quarta-feira, 14 de outubro de 2009

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Chão lilás


Uma das visões mais bonitas da cidade de Natal é o seu chão periodicamente lilás. É quando os jambeiros começam a soltar aqueles fios de tom fortemente rosado. Lamento que varram esse delicado presente da natureza...
Os cabelinhos dos jambeiros... 
Desconheço o mal que fazem. 
Eles são o tule das calçadas, o batom das ruas... 
Talvez a alma da cidade que se materializa e vem generosamente ao chão...

domingo, 4 de novembro de 2007

Lenda do Crepúsculo de Natal

Nivaldete Ferreira

Abstração de toda tarde,
Ouro rubro, sol-gema e o tule
De um leve lilás

Pois um artista
No dorso de um falcão
Diaria mente vem pintar
O crepúsculo de Natal
E parte...
Então a noite
-Descanso das cores
Apaga outra vez
Aquela arte.


Legend of Natal´s Twilight
(Tradução de Maíra Costa e Gustavo E. Ferreira)

The abstraction of every noon
Crimson gold, sun-yolk and the veil
Of a light lilac

That is because an artist
On the back of an hawk
Daily comes to paint
The twilight of Natal
And leaves

Then during the evening
-The resting of the colors
Fades again
That art



Légende du Crépuscule de Natal
L´abstraction de tout après-midi
Or cramoisi, soleil-jaune et le tulle
D´un léger lilas
Car un artiste
Sur le dos d´un faucon
Vient souvent peindre
Le crépuscule de Natal
Et pars.
Puis le soir
-Le repos des couleurs
S´éteind encore une fois
Cet art là.