Imagens de Natal-RN-Brasil / Images of Natal-Brazil / Images de la ville de Natal-Brésil
"(...) Uma cidade pode ser um coração, um punho." (Albano Martins, poeta português)
terça-feira, 3 de agosto de 2010
domingo, 13 de dezembro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Chão lilás

Uma das visões mais bonitas da cidade de Natal é o seu chão periodicamente lilás. É quando os jambeiros começam a soltar aqueles fios de tom fortemente rosado. Lamento que varram esse delicado presente da natureza...
Os cabelinhos dos jambeiros...
Desconheço o mal que fazem.
Eles são o tule das calçadas, o batom das ruas...
Talvez a alma da cidade que se materializa e vem generosamente ao chão...
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JAMBEIROS
domingo, 4 de novembro de 2007
Lenda do Crepúsculo de Natal
Nivaldete Ferreira
Abstração de toda tarde,
Ouro rubro, sol-gema e o tule
De um leve lilás
Pois um artista
No dorso de um falcão
Diaria mente vem pintar
O crepúsculo de Natal
E parte...
Então a noite
-Descanso das cores
Apaga outra vez
Aquela arte.
Legend of Natal´s Twilight
(Tradução de Maíra Costa e Gustavo E. Ferreira)
The abstraction of every noon
Crimson gold, sun-yolk and the veil
Of a light lilac
That is because an artist
On the back of an hawk
Daily comes to paint
The twilight of Natal
And leaves
Then during the evening
-The resting of the colors
Fades again
That art
Nivaldete Ferreira
Abstração de toda tarde,
Ouro rubro, sol-gema e o tule
De um leve lilás
Pois um artista
No dorso de um falcão
Diaria mente vem pintar
O crepúsculo de Natal
E parte...
Então a noite
-Descanso das cores
Apaga outra vez
Aquela arte.
Legend of Natal´s Twilight
(Tradução de Maíra Costa e Gustavo E. Ferreira)
The abstraction of every noon
Crimson gold, sun-yolk and the veil
Of a light lilac
That is because an artist
On the back of an hawk
Daily comes to paint
The twilight of Natal
And leaves
Then during the evening
-The resting of the colors
Fades again
That art
Légende du Crépuscule de Natal
L´abstraction de tout après-midi
Or cramoisi, soleil-jaune et le tulle
D´un léger lilas
Car un artiste
Sur le dos d´un faucon
Vient souvent peindre
Le crépuscule de Natal
Et pars.
Puis le soir
-Le repos des couleurs
S´éteind encore une fois
Cet art là.
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